Especialista ensina como organizar as despesas do começo de ano

Apesar de 2021 ainda não ter acabado, muitas famílias já devem estar pensando no ano que vem. Afinal, o Ano Novo não traz apenas esperança de dias melhores, mas também uma série de contas a serem pagas. IPTU, IPVA, licenciamento de veículo e matrícula escolar estão entre as despesas que sempre caem no início do ano – apesar de muitos parecerem surpresos quando acontece.

Para ajudar as pessoas a se organizarem financeiramente e não começarem o ano com as contas no vermelho, a especialista em investimentos da Guide Investimentos, Mayra Lima, elaborou cinco dicas simples de serem seguidas. “Muita gente acaba se esquecendo e deixando tudo pra cima da hora, o que pode ser um erro grave para as finanças”, afirma. “São contas pesadas, que, se mal administradas, podem se transformar em dívidas difíceis de serem pagas”, completa.

Abaixo, as dicas

  • Levantar todos os gastos. Pode parecer óbvio, mas muitas pessoas acabam se enrolando no básico, que é ter noção de todas as despesas que incidem no começo do ano. Ter tudo isso esquematizado, sabendo a data aproximada de cada gasto, ajuda muito na hora de fazer o planejamento financeiro.
  • Transformar os gastos anuais em mensais. Apesar dos gastos descritos acima serem anuais, isso não significa que a pessoa precisa esperar o ano todo para se planejar. Como é possível ter ideia do valor aproximado a ser pago, o melhor caminho é pegar a conta e dividi-la em 12 vezes. Assim, a pessoa consegue se planejar a cada mês para guardar uma parte do que será pago lá na frente, sem comprometer o 13º salário ou os rendimentos do começo do ano.
  • Buscar descontos. Apesar de obrigatórios, gastos como IPTU e IPVA podem ter descontos se pagos à vista. Vale a pena checar as condições para cada tributo e se planejar para ter o dinheiro na data do pagamento.
  • Antecipar algumas obrigações. As despesas com material escolar, por exemplo, não precisam ser feitas no começo do ano, quando a procura aumenta e os preços, consequentemente, sobem. Alguns materiais, como mochila, caderno, lápis, estojo e livros didáticos (quando possível) podem ser comprados na “baixa temporada”, quando não estão tão caros.
  • Reservar parte dos ganhos de fim de ano. Mesmo se planejando ao longo do ano, não é uma boa ideia “torrar” todo 13º com consumo e lazer. Os rendimentos extras no final de ano podem ajudar com os gastos que ocorrerão num futuro próximo – principalmente se a pessoa não conseguiu guardar dinheiro suficiente nos meses anteriores.

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