Os espaços culturais terão horários de funcionamento diferenciados e continuarão seguindo as regras de prevenção à Covid (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

Os museus administrados pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) já estão de portas abertas e à espera da visitação de baianos e turistas. Nesta quinta-feira (19), reabriram os equipamentos localizados no interior do estado, o Museu do Recolhimento dos Humildes, em Santo Amaro e Parque Histórico Castro Alves, em Cabaceiras do Paraguaçu. Na capital baiana, três equipamentos culturais, Museu de Arte da Bahia, Museu de Arte de Moderna e Palacete das Artes, retomaram as atividades na terça-feira (17).

Os espaços culturais terão horários de funcionamento diferenciados e continuarão seguindo as regras de prevenção à Covid-19, com o uso obrigatório de máscara, álcool em gel, distanciamento social e limitação do número de visitantes. “Esse momento de reabertura é muito simbólico porque foi por meio da cultura que conseguimos passar esse momento de maior isolamento. É uma reabertura programada, estamos abrindo aos poucos nossas áreas expositivas. Estabelecemos isolamento social, uso de máscaras, álcool em gel e a cada duas horas as exposições são fechadas e os espaços higienizados durante meia hora e depois reabertos novamente. Queremos fazer o reencontro da sociedade com a cultura, mas sabendo que esse momento ainda é de precaução, ressalta o diretor geral do Ipac, João Carlos Oliveira.

Um dos mais belos cartões postais de Salvador, o Museu de Arte Moderna da Bahia, banhado pelas águas da Baía de Todos os Santos, está de portas abertas aos visitantes de terça a sexta-feira das 13h às 17h30 com a exposição ‘O Museu de Dona Lina’, em homenagem a idealizadora do local, Lina Bo Bardi. “A reabertura do museu é processo de saúde da cidade e a gente pede que as pessoas venham com esse espírito de saúde mental e corporal. Esta exposição provoca um pensamento sobre o próprio museu. O MAM é um museu que pelo espaço em que está colocado, entre a cidade alta e baixa, ele propõe um diálogo muito forte da sociedade com a instituição. É uma exposição que reúne o moderno e o popular, que é o pensamento de Lina Bo Bardi”, explica o diretor do MAM-BA, Pola Ribeiro.

A exposição está divida entre a capela e o casarão e será permitido o acesso de 10 pessoas por vez na capela, 20 no casarão e 30 nos pátios. O café do Circuito de Cinema Sala de Arte funciona nos mesmos dias e horários.

A programação completa dos museus da capital e interior do estado está disponível  no site do Ipac.

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