O e-commerce continua trazendo resultados positivos para a economia do país. Somente no primeiro semestre de 2021, as pequenas e médias empresas da Bahia aumentaram em 161% o seu faturamento com as vendas online em comparação com o mesmo período do ano passado. Essas empresas movimentaram mais de R$ 37 milhões, contra os mais de R$ 14 milhões calculados no mesmo período de 2020. Esses resultados são baseados no banco de dados da Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina com mais de 85 mil lojas virtuais na região, em sua maioria, geridas por pequenos e médios empreendedores (PMEs).

O estado ocupa a sétima posição no ranking dos que mais faturaram nesta primeira metade do ano. No recorte apenas da região Nordeste, a Bahia é o estado que mais faturou no período, seguida pelo Ceará, que movimentou mais de R$ 29 milhões.

Mesmo com o avanço do programa de vacinação contra a Covid-19 e a expectativa de melhora do comércio em todo o país, as vendas pela Internet continuam sendo a alternativa mais viável para muitos comerciantes e estão sustentando o varejo há um ano e meio, desde março de 2020. Um dado que comprova isso é o crescimento de 144% no volume de pedidos, que saltou de cerca de 65 mil no primeiro semestre de 2020 para mais de 160 mil no mesmo período de 2021.

“Além das pessoas que já tinham o hábito de adquirir produtos online, calculamos que mais de 3 milhões de brasileiros compraram pela internet pela primeira vez neste primeiro semestre. Isso comprova que realmente houve uma mudança nos hábitos de consumo e que veio para ficar. A Bahia é líder no faturamento do primeiro semestre na região Nordeste e seus números comprovam a expansão do e-commerce na região”, afirma Alejandro Vázquez, CCO e co-fundador da Nuvemshop. “Para o próximo semestre, acreditamos que os números continuarão crescendo, principalmente pelo fato de que teremos datas comerciais que são importantes para o e-commerce, como Black Friday e Natal”.

PMEs faturam mais de R$ 1 bilhão em todo o país  

Em todo o país, as pequenas e médias empresas aumentaram em 140% o seu faturamento com as vendas online em comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo, esses empreendedores movimentaram mais de R$ 1 bilhão, contra os R$428 milhões calculados no mesmo período de 2020.

Para Vázquez, a previsão é que o comércio digital continue em expansão no Brasil, tornando-se um hábito constante de consumo para a maioria dos brasileiros. “Prevemos uma disrupção massiva no comércio entre os próximos 15 e 20 anos, o que nos deixa confiantes de que, em média, 80% das vendas passarão de alguma forma por plataformas digitais. E nós, como líderes no setor, temos o papel fundamental de reduzir as barreiras do empreendedorismo para potencializarmos e motivarmos histórias que transcendam, garantindo que as PMEs tenham acesso à tecnologia de ponta e à economia de escala que, até então, estavam disponíveis apenas para os gigantes do varejo”, reforça o executivo.

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