A companhia realizou um rígido protocolo de segurança durante as ações de manutenção e investiu em mão de obra local

A Suzano realizou com sucesso neste ano duas paradas gerais (PGs) na unidade Mucuri, no Extremo Sul da Bahia, e proporcionou a movimentação de mais de R$ 11,2 milhões na economia local, somando as duas PGs. O valor leva em conta a contratação de mão de obra local, hospedagem, ações de prevenção e combate à Covid-19, alimentação, lavanderia e outros serviços utilizados durante as PGs na região. A Linha 2 da empresa passou pela ação de manutenção em agosto e a Linha 1 em outubro.

As paradas ferais são realizadas como forma de prevenção e são essenciais para o bom funcionamento dos equipamentos da fábrica e garantia de segurança dos colaboradores e da comunidade. Neste ano, devido ao cenário de pandemia, a Suzano estabeleceu rígidas ações adicionais de prevenção e segurança, com foco especial no combate à Covid-19.

Tanto em agosto quanto outubro, as manutenções envolveram cerca de 2.500 trabalhadores. Todo esse movimento também contribuiu para gerar e compartilhar valor com os setores de hotelaria, alimentação, transporte e comércio da região, que tem o turismo como uma das principais atividades econômicas. Nessas áreas foram investidos cerca de R$ 6,09 milhões.

“O saldo foi bastante positivo para os negócios da região. Os empresários seguiram as orientações para prevenção da Covid-19 e, sem dúvidas, a movimentação surtiu efeito na economia, em diversos segmentos”, ressalta Aloysio de Souza, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Mucuri.

Exigências sanitárias

Todos os prestadores de serviço de fora da região ficaram hospedados em hotéis e pousadas, já que uma das medidas adotadas foi a proibição de hospedagens em residências. Para cumprir as exigências sanitárias determinadas para as PGs, os empresários tiveram que adaptar os seus estabelecimentos. A Suzano realizou inspeção e monitoramento em todas as pousadas e hotéis da região, além de estabelecer o limite de uma pessoa por quarto.

“O comércio estava travado por quase quatro meses e a primeira e a segunda paradas realizadas pela Suzano trouxeram um alívio para o setor comercial da região. Foi um movimento limitado, já que estamos passando por uma pandemia e todos os cuidados foram tomados para evitar os riscos de contaminação, mas podemos afirmar que as duas paradas, somadas, trouxeram um lucro bem próximo ao que os empresários têm no verão”, afirma Cristiano Martins, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Nova Viçosa.

Os prestadores de serviços envolvidos também atenderam a uma grande lista de implementações e novas exigências contratuais: foram estabelecidas normas de distanciamento e adequações no transporte de pessoas, além da realização prévia de testes de Covid-19 para o início das atividades de trabalhadores provenientes de outras regiões do país entre várias outras regras. Além do reforço das medidas preventivas, a Suzano manteve as ações fundamentais que já vem adotando desde o início da pandemia para preservar a saúde dos colaboradores.

“Realizamos as paradas gerais neste ano com toda a cautela que o momento exige. Reforçamos medidas rigorosas de controle e tivemos um resultado positivo. Planejamos minuciosamente cada detalhe envolvendo nossas equipes de operação, saúde & segurança e infraestrutura, além das empresas parceiras. Concluímos as operações com sucesso e ainda impulsionamos a economia na região do Extremo Sul da Bahia”, destaca Heverton Dias, gerente executivo industrial da Suzano na Unidade Mucuri.

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