Startup baiana de moda compartilhada alcança quatro regiões do país

A LOC é comandada pelos sócios Filipe Tambon, Igor Tironi e João Bittencourt (Foto: Anselmo Garrido)

Foi pensando em democratizar a moda e elevar a autoestima feminina que, em janeiro de 2018, nasceu a LOC. Comandada pelos sócios Filipe Tambon, Igor Tironi e João Bittencourt, a startup é um app de moda compartilhada que viabiliza o aluguel de roupas e acessórios de pessoa para pessoa. Lançada inicialmente em Salvador e São Paulo, hoje a plataforma está presente em quatro regiões do país: Norte, Nordeste, Sudeste e Sul.

“Quem não tem ao menos uma peça no guardarroupa que foi usada apenas uma ou duas vezes? Se essa roupa é alugada, gera dinheiro para quem oferta e economia para quem usa. Assim, estimulamos o consumo consciente e sustentável, além de contribuir para a circulação local do dinheiro, já que o limite máximo de distância entre a dona da peça e a cliente é de 50 km”, pontua Amanda Cunha, coordenadora de gestão do LOC que iniciou a relação com a startup alugando roupas junto com a irmã, negócio que elas mantêm até hoje.

Em linhas gerais, quanto maior a oferta, maior será a demanda. Atualmente os vestidos casuais representam 60% das peças, mas há desde roupas para casamento às bolsas para as mais variadas ocasiões, com preços a partir de R$ 15,00. Informações como cor, tamanho e endereço são disponibilizadas no próprio aplicativo, assim como o chat para atendimento online, onde a locadora e a locatária podem se comunicar diretamente.

A ideia foi tão boa que não demorou muito para alcançar outros lugares, além da Bahia. Os 20 mil cadastros ativos hoje estão distribuídos entre São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraíba, Pernambuco, Amazonas, Maranhão e Piauí. “Queremos gerenciar o armário do brasileiro, triplicando o nosso faturamento e chegando em 2021 com 1 milhão de usuários ativos”, pontua Filipe, CEO da empresa.

Como funciona

Quem quer colocar suas peças para alugar, entra no aplicativo – disponível em IOS e Android -, insere fotos usando as roupas e define os preços. Na comercialização, 70% vai para a dona da peça e 30% fica para a empresa. Por questões de segurança, os pagamentos são feitos exclusivamente com cartão de crédito. Já quem vai alugar, acessa o app, escolhe o que deseja, define o tempo do aluguel, faz o pagamento e a entrega é feita mediante combinação prévia. Em caso de dano ou perda da peça, a locatária é responsável por arcar com os custos.

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