Secretário Lucas Costa comemora resultados da Fenagro 2019

Lucas Costa: "O que a gente quer é que no ano que vem seja ainda melhor que este ano" (Foto: Manuela Cavadas/Abapa)

Reportagem de Tatiany Carvalho
Especial para o Bahia de Valor

O balanço ainda não foi fechado, mas os indicadores sinalizam que a Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro) 2019,  que terminou neste domingo, foi um sucesso de público e de negócios. “O que a gente tem é que esta é a maior Fenagro de todos os tempos em termos de público, quantidade de expositores e animais. E o que a gente quer é que no ano que vem seja ainda melhor que este ano”, comentou o secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia (Seagri), Lucas Costa. No ano passado, o evento gerou R$ 180 milhões de negócios ao longo de sua programação.

Marcílio: “Queremos tornar a feira autossustentável”  (Foto: Tatiany Carvalho)

No almoço promovido pela Seagri, que reuniu parceiros do evento,  sábado (30/11),  no Parque de Exposição de Salvador,  o secretário comemorou o número de animais em exposição nos nove dias da programação – cerca de 2,5 mil bichos, as rodadas de negócios com Cuba, Rússia e Arábia Saudita, o diálogo entre os criadores baianos de caprinos e ovinos com os países mulçumanos, e a vitrine que a Fenagro se transformou para os produtores de frango, algodão, soja, caprinos, ovinos e bovinos. “A Fenagro foi um grande sucesso. Estamos criando cada vez mais mercados para os produtos baianos”, reforçou Costa.

Promovida pela  Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (Accoba), em parceria  com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), a Fenagro  2019 começou no último sábado (23/11). Durante os noves dias de evento, baianos e turistas acompanharam campeonatos, leilões, exposição de cães, shows e apresentações culturais.

O chefe de Gabinete da Seagri, Marcílio Menezes, disse que  a pasta já está pensando na edição de 2020 da Fenagro. “O grande desafio é fazer uma feira sem usar recursos do governo do estado ou usar o menos possível.  Queremos tornar a feira autossustentável. É  um grande desafio mas é uma meta”, afirmou. (Colaborou Geraldo Bastos)

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