Prefeitura investe R$ 27,5 mi na restauração da Casa da História e construção de arquivo público

Obras da Prefeitura têm previsão para iniciar no final deste mês de setembro (Imagem: Divulgação)

A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), divulgou nesta quinta-feira (12), o resultado da licitação da empresa que realizará a obra de restauração do casarão branco denominado de Casa da História de Salvador e construção do Arquivo Público.

O Consórcio Prodetur Salvador, formado pelas empresas Metro Engenharia Ltda. e Construtora BSM Ltda., será o executor da construção, que tem início previsto para o final do mês de setembro e terá duração de 15 meses.

O investimento para a restauração da Casa e construção do Arquivo, garantidos pelo Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo em Salvador (Prodetur), por meio de Empréstimo nº3682/OC-BR, junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), é de aproximadamente R$ 27,5 milhões. A restauração e construção ocorrerá na Rua Portugal, no bairro do Comércio. O Arquivo terá área construída total de 6.161,85 m². O projeto é de autoria do arquiteto Sidney Quintela.

Preservação da história

“A primeira capital do Brasil precisa preservar a sua riquíssima história que, por vezes, se confunde com a história do próprio país. Para isso, a Prefeitura de Salvador executa o projeto de implantação da Casa da História e do Arquivo Público, reunindo em um só lugar todo um acervo que remonta toda a história da capital baiana”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo, Claudio Tinoco.

Um casarão já existente, que passará por restauração, abrigará a recepção da Casa da História, o atendimento ao usuário e espaços museológicos. Outros dois terrenos serão a sede de um novo prédio para o Arquivo Público, que será anexo à Casa da História. A construção comportará um lobby de entrada ao arquivo público e uma área de serviço; um mezanino para área de funcionários.

Além do lobby, o equipamento terá outros 11 andares. O primeiro receberá a administração do museu, laboratório de restauro e depósito de documentos recebidos. O segundo abrigará salas de oficinas, coordenação de cursos e secretaria de cursos; já o terceiro terá salas de fotografias, registros magnéticos e arquivos audiovisuais e o quarto a parte de atendimento ao usuário, arquivos impressos, biblioteca do acervo e sala de projeção.

Do quinto ao nono andar, se concentrará o arquivo público permanente. O décimo andar terá o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), o almoxarifado, a gerência e a secretaria do Arquivo Público. No último andar estarão as salas de auditório, e o terraço contará com um jardim e um espaço café.

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