Toyota e Suzuki assinam acordo de aliança de capital

A Toyota Motor Corporation e a Suzuki Motor Corporation anunciaram hoje um acordo de aliança de capital para estabelecer e promover uma parceria de longo prazo e fomentar a colaboração em novos segmentos, incluindo o de direção autônoma. As duas empresas começaram a conversar sobre a parceria comercial em 12 de outubro de 2016 e, desde então, continuaram incluindo detalhes específicos. Em 20 de março deste ano, as montadoras anunciaram que começariam a fazer considerações específicas para se dedicarem ao desenvolvimento de produtos e à colaboração na produção, além de promover suprimento mútuo de produtos, unindo a força da Toyota em tecnologias de eletrificação à tecnologia para compactos da Suzuki.

Em nota, a Toyota diz que o setor automotivo passa atualmente por uma mudança sem precedentes tanto em escopo quanto em escala, não apenas por causa de regulamentos ambientais intensificados, mas também pela entrada de novas indústrias e negócios de mobilidade diversificados. “As duas empresas pretendem alcançar um crescimento sustentável, superando novos desafios na indústria, construindo e aprofundando relacionamentos cooperativos em novos segmentos, enquanto continuam concorrentes, além de fortalecer suas fundações de negócios existentes e as tecnologias e produtos nos quais cada empresa é especializada”, diz o comunicador.

Detalhes da Aliança

Para desenvolver e promover uma parceria de longo prazo, a Toyota e a Suzuki planejam adquirir as ações umas das outras com base na aliança.

A Toyota planeja adquirir 24.000.000 ações ordinárias da Suzuki (4,94% do total de ações emitidas pela Suzuki em 31 de março de 2019, excluindo ações em tesouraria, no valor total de 96 bilhões de ienes) ao subscrever a disposição de ações em tesouraria por meio de loteamento de terceiros realizado pela Suzuki.

Da mesma forma, a Suzuki planeja adquirir, por meio de compra no mercado, ações da Toyota equivalentes a 48 bilhões de ienes.

Essas aquisições de ações serão implementadas após as empresas obterem as aprovações das autoridades estrangeiras de concorrência.

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