Temporada de cruzeiros chega ao fim trazendo 235 mil turistas à Bahia

Salvador foi um dos destinos mais desejados, juntamente com Ilhéus, Rio de Janeiro, Santos, Búzios, e Ilha Grande (Foto: Daniel Meira)

Chegou ao fim, neste mês de abril, a temporada de cruzeiros 2018/2019, na Bahia. Entre 19 de novembro e 11 de abril, 66 escalas foram feitas nos Portos de Salvador e Ilhéus, com navios que trouxeram, para o estado, aproximadamente, 235 mil turistas. Em comparação ao ano anterior, houve um incremento de cerca de 7% e este número deve aumentar para a próxima temporada.

De acordo com a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil), foram ofertados 500 mil leitos, com 545 escalas em todo o país. Salvador foi um dos destinos mais desejados, juntamente com Ilhéus, Rio de Janeiro, Santos, Búzios, Ilha Grande e outros. A estimativa é que esse período tenha um impacto na economia brasileira acima de R$ 2 bilhões, considerando os 15% de aumento no total de viajantes embarcados, em relação à temporada anterior de 2017/2018, que injetou mais de R$ 1,792 bilhão na economia nacional.

O navio que mais atracou na capital baiana foi o MSC Fantasia, que realizou 18 escalas, enquanto que o MSC Seaview trouxe mais turistas – 83.360. Inclusive, nesta temporada, a novidade foi o Seaview, o maior transatlântico a aportar na costa brasileira, com capacidade para 5210 pessoas.

A maioria dos cruzeiros veio das cidades de Recife, Rio de Janeiro, Santos, Maceió, Búzios e Cabo Frio. Porém, alguns turistas vieram diretamente de Santa Cruz de Tenerife, na Espanha. Como destino final, além da própria origem, estes navios foram para Ilha Bela, Ilha Grande, Vitória, Angra dos Reis e Funchal, em Portugal. Salvador e Ilhéus também foram polos para embarque e desembarque.

Temporada 2019/2020

Para a próxima temporada, que começará, mais uma vez, em novembro, é esperado um aumento de 10% no número de escalas. “No Porto de Salvador há uma infraestrutura adequada para o segmento de cruzeiros, com condições de atracar até seis transatlânticos, simultaneamente”, destacou o diretor-presidente da Codeba, José Alfredo de Albuquerque e Silva.

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