MP baiano recomenda paralisação de obras no Shopping Paralela

A recomendação é de autoria da promotora de Justiça Joseane Suzart

A cada R$ 450,00 em compras, o cliente do Shopping Paralela concorre a 4 viagens internacionais

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) acaba de recomendar, em caráter de urgência, a paralisação das obras que estão sendo realizadas no Shopping Paralela. A recomendação, de autoria da promotora de Justiça Joseane Suzart, também foi encaminhada à Unime, à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Sedur) e à Defesa Civil Municipal (Codesal).

No documento, o MP orienta ainda que sejam paralisadas as atividades efetivadas nos locais de risco do shopping, com isolamento das áreas pertinentes, até que sejam demonstradas a segurança e viabilidade dos locais que compõem a edificação.

Para elaboração do documento, a promotora de Justiça levou em consideração as condições físicas irregulares, com rachaduras e ondulações no teto e pisos do estabelecimento, que podem colocar em risco a incolumidade dos consumidores. Além disso, observou notícias publicadas por órgãos da imprensa sobre “desabamentos” ocorridos no local.

Vistoria aponta que não há risco de colapso

Foi realizada nesta terça-feira (26) uma vistoria conjunta da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Defesa Civil (Codesal) e Conselho Federal de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea) no Shopping Paralela, após a queda de um pedaço de gesso do teto, na segunda-feira (25). Durante a ação, foi constatado que não há risco de colapso na estrutura do shopping.

O centro de compras também enviou à Codesal laudo técnico informando que não se constatou instabilidade na estrutura que possa colocar em risco o público que frequenta o local. O laudo será avaliado por um corpo técnico da Codesal.

Em relação à ondulação do piso do estacionamento G2, o Shopping Paralela informou oficialmente à Sedur que vai dar início à determinação de efetuar as devidas correções, conforme solicitação feita pelos órgãos da Prefeitura, sob pena de interdição da área em caso de descumprimento.

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