Salvador sediará Seminário Socioambiental Eólico em dezembro

A Bahia é um dos principais produtores de energia eólica do país (Foto: Alberto Coutinho/GOVBA)

A Bahia vai sediar o 4º Seminário Socioambiental Eólico que acontecerá dia 7 de dezembro, em Salvador. A notícia em primeira mão foi anunciada sexta-feira (07/10), no congresso de Licenciamento e Gestão Socioambiental no Setor Elétrico (Lase), que encerra hoje em São Paulo. A coordenadora de Apoio à Gestão Ambiental (CTGA), Beatriz Pita, marcou presença no congresso representando a secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE). Vale destacar a presença do Secretario de Meio Ambiente, Eugenio Spengler, representando o governo baiano.

Em sua sétima edição, o congresso firma-se como palco de articulação e decisões regulatórias e técnicas de gestão socioambiental. Na oportunidade foram discutidas a nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental, cenários de expansão da matriz elétrica e aspectos técnicos da gestão socioambiental dos empreendimentos de energia.

Segundo Beatriz Pita, além da troca de experiências sobre o licenciamento em outros estados, o Lase promove também o contato com as principais empresas do setor de energia e é uma possibilidade de mostrar como funciona o licenciamento na Bahia e toda estrutura que a SDE possui para atrair novos investimentos.

“A SDE auxilia, através da CTGA e de um acordo de cooperação técnica, o licenciamento ambiental de setores estratégicos ao Estado. A coordenação, criada em 2011, já atuou em mais de 169 processos de licenciamento ambiental junto ao Inema. Não poderíamos ficar de fora de discussões como a do novo modelo de licenciamento ambiental, cenário político e discussões do Ministério de Meio Ambiente, Conselho Nacional de Meio Ambiente, Ibama e a proposta da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental”, afirma Pita.

Seminário Socioambiental Eólico

O Seminário Socioambiental Eólico há três anos reúne operadores de parques eólicos, órgãos ambientais, representantes governamentais e especialistas em torno de um debate que busca encontrar os caminhos da confluência dos interesses energéticos, ambientais, sociais, históricos e econômicos.

Mais de 200 participantes estiveram presentes nas últimas edições, discutindo os gargalos para o desenvolvimento dos projetos eólicos e a infraestrutura necessária para o funcionamento de linhas de transmissão, telecomunicações, rodovias e subestações, os impactos nas comunidades, a influência dos empreendimentos na fauna e flora e a preservação do patrimônio histórico.

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