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O número de linhas de celular começou a cair há cerca de dois anos no país
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MPF apura interrupção do sinal da TIM e da Claro em Guanambi

O Ministério Público Federal (MPF) em Guanambi está apurando o que causou a interrupção dos serviços de telefonia celular das operadoras Claro e TIM no município desde o dia 16 de julho. A partir de relatos e reclamações da população, o órgão encaminhou nesta quarta-feira, 20 de julho, ofício às duas operadoras de telefonia e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que prestassem esclarecimentos sobre o ocorrido.

Considerando a gravidade do problema e a necessidade urgente de resolvê-lo e de obter maiores esclarecimentos, o MPF fixou o prazo de 72 horas para resposta. O prazo regular de respostas a esse tipo de solicitação é de dez dias.

Desde o final da tarde de ontem, os serviços da Claro retornaram à normalidade, mas a TIM permanece inoperante. No ofício encaminhado à Anatel, o MPF solicitou que, caso a Agência não possua as informações solicitadas, seja aberto procedimento para apurar se houve falha na prestação do serviço pelas operadoras de telefonia Claro e Tim em razão da prolongada ausência de sinal.

O Ministério Público Federal apura a má prestação de serviços de telefonia móvel, fixa e de internet no Município de Guanambi desde setembro de 2015, por meio do Inquérito Civil nº 1.14.009.000217/2015-83.

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