Produção da indústria baiana despenca 7,2% em março

Na comparação com abril de 2017, a indústria cresceu 8,9%, sua 12ª alta consecutiva e a mais acentuada desde abril de 2013 (Foto: AG. Brasil)

Março foi mais um mês difícil para a indústria da Bahia. A produção do setor registou uma queda de 7,2% em relação a igual período do ano passado, conforme pesquisa divulgada hoje Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal impacto negativo sobre o total global foi observado no setor de veículos automotores, reboques e carrocerias com uma queda de 30,8%.

Também registraram desempenhos ruins a indústrias extrativas (-25,4%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,2%), de produtos de minerais não-metálicos(-22,3%), de celulose, papel e produtos de papel (-6,5%) e de produtos de borracha e de material plástico (-7,9%).

Ainda de acordo com o levantamento em relação a fevereiro a produção do setor avançou 8,1%, r, após avançar
1,3% em janeiro e recuar 8,6% em fevereiro.

No índice acumulado no primeiro trimestre de 2016, a indústria baiana avançou 3,8%, com cinco dos 12 setores pesquisados apresentando aumento da produção. O principal impacto positivo sobre o total global foi observado no
setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (39,6%), explicado, em grande medida, pela maior fabricação de óleo diesel, óleos combustíveis e gasolina automotiva.

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