Mercado para o uso da tecnologia drone ultrapassa US$ 127 bi

Com carga horária de 40 horas, sendo 28 horas teóricas e 12 horas de aulas práticas, o curso trará à capital baiana renomados profissionais do setor.

Estudo elaborado pela PwC Europa – Clarity from above – revela que o mercado mundial de soluções tecnológicas com o uso de drones ultrapassa US$ 127 bilhões. O setor que mais demanda esta tecnologia é o de infraestrutura (US$ 45,2 bi), seguido de agricultura (US$ 32,4 bi), transportes (US$ 13 bi), segurança (US$ 10,5 bi), entretenimento (US$ 8,8 bi), seguros (US$ 6,8 bi), telecomunicações (US$ 6,3 bi) e mineração (US$ 4,3 bi).

As diversas soluções tecnológicas no uso de drones variam de acordo com as necessidades dos diferentes setores da indústria, da agricultura e de serviços. Vão desde o fornecimento de dados em tempo real sobre o andamento ou monitoramento de uma grande obra, como uma hidrelétrica, passando pela pulverização de produtos em grandes plantações de soja ou em uma determinada região, até a entrega de remédios em áreas de difícil acesso.

Para chegar ao valor de US$ 127 bilhões, a PwC usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas e que poderão ser substituídos, em um futuro muito próximo, pela tecnologia dos drones.

Centro de excelência – O impacto dessa tecnologia revolucionária fez com que a PwC criasse um centro de excelência global – Drone Powered Solutions – na Polônia, que usa drones e a análise de dados a fim de auxiliar seus clientes no desenvolvimento de seus negócios.

A decisão pela Polônia deveu-se ao fato de o país ser, desde 2013, o primeiro a regulamentar o uso de drones para uso comercial, com leis e instituições responsáveis pela regulação e controle, o que ainda é uma lacuna no Brasil. Nesse quesito, o Brasil encontra-se em 10º num total de 15 países avaliados nos cinco continentes.

Para chegar ao valor de US$ 127 bilhões, a PwC Europa usou como base de cálculo o valor dos serviços demandados pelas empresas

Com a evolução no uso de drones, que iniciou como um hobby e que avança para o uso comercial, aspectos como a licença para obtenção e operação do aparelho, restrição de uso do espaço aéreo, treinamento dos pilotos, além da coleta e o armazenamento de dados, entre outros, passaram a demandar respostas urgentes dos órgãos da aviação civil governamentais.

No caso brasileiro, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, organização de comando da Aeronáutica, não exige o registro de UAVs (veículos aéreos não tripulados), caso dos drones, ao contrário de outros países, como a Rússia, que solicita plano de voo incluindo uma descrição dos procedimentos que o piloto adotará em caso de uma emergência.

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