Economia do GNV na Bahia atinge 58% ante o etanol

Para a Abegás, os dados mostram que houve retomada “consistente do consumo em relação a 2017”

Estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) mostra que o Gás Natural Veicular (GNV) segue competitivo na Bahia. No estado, o GNV é 52% mais econômico que a gasolina e 58% que o etanol. Um quilômetro rodado sai por R$ 0,17 (com GNV), R$ 0,36 (com gasolina) e R$ 0,41 (com etanol). Para quem roda 2.500 km/mês, a redução no desembolso é de R$ 471 comparando com a gasolina e R$ 601, com o etanol.

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A economia é maior sobretudo no eixo Rio-São Paulo. No Rio de Janeiro, pela metodologia da Abegás, abastecer com GNV é 57% mais econômico que a gasolina e 63% frente ao etanol. Para rodar 100 quilômetros no Rio, por exemplo, um motorista gasta R$ 16 com GNV, R$ 37 com gasolina e R$ 44 com etanol.

Já em São Paulo, a economia é de 52% de economia na comparação com a gasolina e de 51% em relação ao etanol. Isso significa que, para percorrer 100 quilômetros, um carro abastecido com GNV precisa de um desembolso de R$ 15 enquanto com gasolina essa conta chega a R$ 33 e com etanol, R$ 32.

Outros estados – Em sete dos 17 estados analisados, a economia fica superior a 50% frente à gasolina: Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais e Pernambuco, além dos já citados Bahia, Rio e São Paulo.

unnamedNa comparação com o etanol, o percentual de economia com GNV ultrapassa o marco de 50% em 14 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte,Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Em todo os 17 estados analisados, o estudo registra o GNV como o combustível mais econômico.O que apresenta menor índice é Goiás, com 38% de economia frente à gasolina.Ainda assim, motoristas desse estado que usam GNV e rodam em média 2.500 km/mês podem economizar, a cada 30 dias, R$ 342 e R$ 376.

“Com a alta de preços dos combustíveis líquidos no ano passado, o GNV ficou uma opção ainda mais competitiva. Por isso, o Brasil precisa incentivar mais o GNV. Além demais econômico, como mostra o estudo da Abegás, o GNV apresenta um rendimento superior e conta com uma tecnologia confiável, principalmente com a disseminação dos kits de quinta geração, os mesmos que são adotados na Europa e nos Estados Unidos”, afirma o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

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