Pequenos Moleques oferecem oportunidade de franquia

As unidades tiveram, em média, um aumento de 14 % no faturamento (Foto: Divulgação)

Enquanto as empresas falam de retração de faturamento, a Pequenos Moleques – espaço lúdico instalado em shoppings, no qual as crianças brincam e desenvolvem atividades educativas e brincadeiras tradicionais com ou sem a presença de adultos – comemora o balanço positivo e o crescimento de 25% de seu faturamento de 2015, em relação ao ano anterior.

Em se tratando do primeiro trimestre de 2016, o número foi também positivo: as unidades tiveram, em média, um aumento de 14 % no faturamento em comparação com o mesmo período de 2015. “Nossos espaços, instalados no Recife (PE), têm recebido entre 1.200 e 1.500 crianças por mês. Elas permanecem, em média, 1h30 conosco, graças às atividades prazerosas que desenvolvemos. Difícil é levá-las embora”, comemora Ana Leal, idealizadora do projeto.

O sucesso deste negócio agora pode ser replicado em todas as capitais do Brasil e em diversas cidades do interior de São Paulo, já que a Pequenos Moleques lançou-se no sistema de franchising neste ano. “A formatação da franquia foi realizada de forma extremamente criteriosa. As unidades do Recife apresentavam resultados crescentes e procura frequente de interessados em replicar o negócio. Diante disso, elaboramos um estudo do potencial de mercado no Brasil, no qual detectamos a carência por opções de qualidade no segmento de entretenimento infantil. Na sequência, avaliamos a viabilidade econômico-financeira, o modelo de negócios e definimos o plano de expansão e as prioridades. Estruturamos a empresa franqueadora e desenvolvemos os mecanismos de prestação de suporte, transmissão de know-how, treinamento, gestão, comunicação e relacionamento com a rede”, conta Ana Paula Mantovam, sócia-franqueadora.

Ela conta que o sucesso do empreendimento vem de seu modelo, voltado ao resgate de atividades que fogem do cotidiano das crianças atualmente. “Oferecemos a elas brincadeiras interativas, nas quais elas têm contato com outras crianças – e não com eletrônicos. Nosso projeto arquitetônico transporta as crianças para o ambiente externo, como se estivem brincando no quintal, com uma casa na árvore completa. As crianças adoram e querem voltar. O espaço é lindo, confortável e muito seguro, o que também deixa os pais tranquilos, porque eles podem ficar junto com seus filhos ou realizar as compras enquanto as crianças brincam”, explica Ana Paula.

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