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Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira,  diz que os números do Caged em agosto confirmam o processo de retomada gradual  (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, diz que os números do Caged em agosto confirmam o processo de retomada gradual (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Brasil criou 35.457 novas vagas com carteira em agosto

O Brasil fechou o mês de agosto com um saldo positivo de 35.457 novos postos de trabalho, com crescimento de 0,09% em relação ao estoque do mês anterior. Esse foi o quinto mês consecutivo e o sexto do ano em que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou um número maior de contratações do que demissões.

O resultado positivo de agosto reflete a diferença entre 1.254.951 admissões e 1.219.494 desligamentos. No acumulado do ano, houve crescimento de 163.417 postos de trabalho, uma expansão de 0,43% em relação ao estoque de dezembro de 2016.

“Os números do Caged em agosto confirmam o processo de retomada gradual, mas firme e consistente da nossa economia, como resultado das medidas adotadas pelo governo para o País voltar aos trilhos do crescimento”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

O saldo do mês passado é o maior desde agosto de 2014, quando foram abertas 130.904 novas vagas. Depois, houve dois anos seguidos de redução, com saldos negativos em agosto de 2015 (-77.320 postos) e agosto de 2016 (-22.261 postos), na série ajustada.

Em 2017, o Caged já havia registrado saldos positivos em fevereiro (+46.105), abril (+71.198), maio (+41.269), junho (+12.431) e julho (+35.900). Apenas em janeiro (-34.585) e março (-59.738) houve reduções. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo ainda é negativo, com o fechamento de 544.658 postos de trabalho, uma redução de 1,40% no contingente de empregados celetistas do País.

Setores

Cinco dos oito setores de atividade econômica tiveram crescimento no nível de emprego em agosto

Serviços: +23.299 postos (+0,14%);
Indústria de Transformação: +12.873 postos (+0,18%);
Comércio: +10.721 postos (+0,12%);
Construção Civil: +1.017 postos (+0,05%);
Administração Pública: +528 postos (+0,06%).

Apenas três setores tiveram reduções

Agricultura: -12.412 postos (-0,75%);
Serviços Industriais de Utilidade Pública: -434 postos (-0,11%);
Indústria Extrativa Mineral: -135 postos (-0,07%).

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