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Polimoda vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 h, e aos sábados das 8h ao meio-dia
Polimoda vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 h, e aos sábados das 8h ao meio-dia

Feira de Santana inaugura polo de confecções segunda-feira

O município de Feira de Santana inaugura na próxima segunda-feira  o Polo de Distribuição das Indústrias de Confecção da Bahia (Polimoda) – conglomerado fabril com 72 lojas, sendo 55 de fábricas baianas do segmento de confecções, para venda em pronta entrega – atacado e varejo – de roupas, acessórios e artigos de couro. O empreendimento está localizado na avenida Senhor dos Passos, centro da cidade, onde por muitos anos funcionou o Hotel Solar Santana.

Além das lojas de confecções, o Polimoda terá 340 vagas de estacionamento, área de carga e descarga, e estrutura de serviços com restaurantes, lanchonetes, casa lotérica e agência da Coelba. Vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 h, e aos sábados das 8h ao meio-dia.

A central de vendas é uma iniciativa do Sindicato da Indústria do Vestuário de Feira de Santana e Região, com apoio do Governo do Estado, Prefeitura de Feira, Federação das Indústrias da Bahia, Sebrae e Senai.  O modelo do “shopping de confecções” é similar ao que funciona no município pernambucano de Caruaru, hoje grande polo de confecções do Nordeste.

Outras cidades – “Além de Feira de Santana, o Polimoda pretende fomentar indústrias de confecções, calçados e acessórios em Amélia Rodrigues, Anguera, Antonio Cardoso, Coração de Maria, Coité, Conceição de Feira, Conceição do Jacuípe, Ipacaetá, Ipirá, Irará, Santa Bárbara, São Gonçalo, Santo Estevão, Santanópolis, Serra Preta e Tanquinho”, diz Edison Nogueira Correia, presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Feira de Santana e Região (Sindivest).

Para Paulo Ferraro, superintendente da secretaria de Desenvolvimento Econômico, a criação do Polimoda é mais uma ferramenta para estimular a ampliação da cadeia de têxteis e confecções na Bahia. “Somos o segundo maior produtor brasileiro de algodão e temos uma indústria petroquímica pronta para produzir tecidos sintéticos. Ou seja, temos as condições ideais para o desenvolvimento do setor e a consequente geração de mais empregos”, diz Ferraro.

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