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A produção de algodão deve alcançar 1,2 milhão de toneladas na Bahia este ano
A produção de algodão deve alcançar 1,2 milhão de toneladas na Bahia este ano

IBGE prevê safra de grãos 7,85% menor este ano na Bahia

DA REDAÇÃO DO BAHIA DE VALOR

A terceira estimativa de 2016 para a safra baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas (algodão herbáceo, amendoim, arroz, feijão, mamona, milho, soja, aveia, centeio, cevada, girassol, sorgo, trigo e triticale) totalizou 8.438.833 toneladas, numa queda 7,85% em relação a estimativa de fevereiro (9.101.848 de toneladas). Já a estimativa para março da área a ser colhida (3.231.713 de hectares) apresentou um acréscimo de 0,79% frente à área de fevereiro (3.206.236 de hectares). Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (07/04) pelo IBGE, no Rio de Janeiro.

O grande destaque do levantamento de março é o algodão. A produção deve alcançar 1,2 milhão de toneladas na Bahia, uma alta de 9% em relação à previsão de fevereiro. Já o café teve sua estimativa de produção elevada em 15,5% no estado, devendo alcançar 134.786 toneladas, ou 2,2 milhões de sacas de 60 kg.

A Bahia é o 4º maior produtor desse tipo de café no país, participando com 5,7% do total a ser colhido

O rendimento médio foi revisto e aumentou 15,1% frente ao mês anterior, em função do clima mais chuvoso e maiores investimentos nas lavouras. A Bahia é o 4º maior produtor desse tipo de café no país, participando com 5,7% do total a ser colhido.

Cacau – Já estimativa de produção nacional de cacau em março alcançou 254.497 toneladas, queda de 2,8% frente ao mês anterior. A área plantada e a área a ser colhida foram reduzidas em 5,7% e 6,1%, respectivamente, com o rendimento médio esperado sendo reavaliado positivamente em 3,4%.

Os dados, afirma o IBGE, refletem redução das estimativas da Bahia, onde a produção esperada apresenta queda de 5%, reflexo, principalmente, da redução de 7,9% da área a ser colhida com a cultura frente ao mês anterior, apesar de aumento de 3% no rendimento médio esperado, em decorrência, principalmente, do clima mais chuvoso nos principais municípios produtores do estado.

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